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Dicas 7/01/11

Coisinhas de casa em NY

Para quem gosta de cozinhar ou simplesmente receber os amigos em casa, Nova York é perfeita para adquirir coisinhas novas para sua cozinha e com bom preço.

Minhas lojas favoritas são a Williams-Sonoma e a Sur la table. Mas nessa última viagem passei também na Fishs Eddy, um paraíso de várias pratos temáticos, coisinhas diferentes para a copa, tudo com preço ótimo. Pena que não dá para trazer na mala um monte de pratos e copos, mas com certeza você achará algo que dá para trazer e com preço ótimo!

Agora para ficar louca mesmo com tanta coisa fofa para casa, livros de receitas diferentes, jogo de guardanapos e mais um monte de coisas charmosas é na Anthropologie, quase voltei com essa jarra enorme maravilhosa debaixo do braços!

Para mais dicas de lojas para casa, veja o post no ano passado clicando aqui.



Dicas 9/09/10

Ervas e Temperos

Quem aqui gosta de cozinhar provavelmente já tem sua pequena hortinha em casa. Um dos segredos de uma boa dona de casa é ter suas próprias ervas sempre fresquinhas e à mão para caprichar na cozinha. Ervas trazem sabor e aroma para qualquer prato.

E como cuidar da sua pequena horta dentro de casa? Veja abaixo o passo-a-passo enviado pela Carmen Hollo:

1º- Plantar a partir das sementes pode demorar muito, e existe também uma maior probabilidade de a mudinha não vingar. Assim, o melhor é comprar as mudinhas em saquinhos e replantar em casa. Aí dá para escolher o vaso, a jardineira…
2º – É fácil de encontrar mudinhas em supermercados, lojas especializadas em plantas, Ceasa.
3º – A maioria das ervas e temperos gosta muito de sol, então é importante saber qual a área da casa ou apartamento que recebe mais sol durante o dia, para colocar as plantinhas lá. De todo modo, é bom saber também quais as ervas que preferem não receber sol direto, para não correr o risco de colocá-la no lugar errado.
4º – Quando as plantinhas começam a florir toda a energia da planta vai para as flores e faz com que ela pare de crescer – e já que a ideia é utilizá-las como temperinhos, o ideal é podar as flores e colocar em um copinho para ficar curtindo ainda por um tempo o aroma e a beleza, e deixar que a planta continue a se desenvolver.
5º – Para replantar em casa, você vai precisar de: vaso, areia, terra preparada (mistura pronta de areia, terra e adubo orgânico que vende em casas de jardinagem), argila expandida, mudas de ervas e temperos e regador.

Como fazer:
1. Saiba o tamanho que a muda atingirá e compre o vaso certo – no mínimo, um número 3 (grande). Cultive só uma espécie por vaso.
2. Forre o fundo com pedras de construção ou argila expandida (o suficiente para cobrir os furos). Acrescente areia até cobrir as pedras, o que facilita a drenagem.
3. Misture duas partes de terra, uma de húmus e uma de areia e coloque por cima. Então acomode a muda.
4. Acrescente o restante de terra, enchendo o vaso até dois dedos abaixo da borda.
5. Regue a muda, deixando-a três dias na sombra. Depois, é só levá-la ao sol, que deve incidir sobre a planta pelo menos 3 horas diárias.

6. As regas devem ser regulares, observando-se a umidade do solo do vaso (que deve estar úmido e não encharcado).

Eu tenho em casa sempre manjericão, alecrim (amo!), hortelã e lavandas. E vocês?

A Carmen Hollo é a proprietária do Le Petit Vert, que faz lembrancinhas lindas com plantinhas. Visite o blog dela para mais informações, tem até a receita de um omelete delicioso com ervas!

Le Petit Vert – http://lepetitvert.blogspot.com

Fotos: Fernanda Floret – fui ao Ceasa fotografar para vocês.



Dicas Receitas 19/08/10

Dicas da Bienal

Minha amiga Priscila visitou essa semana a 21ªBienal Internacional do Livro de São Paulo, e por lá encontrou dicas ótimas para quem gostar de receber em casa, como a gente, não é mesmo? ;-) Olha a reportagem especial que ela preparou para vocês:

Ontem à noite eu e meu marido estivemos visitando pela primeira vez a 21ª Bienal do Livro. Apesar de não ter o mesmo charme da Feira do Livro de Porto Alegre (bairrista, eu?), que é realizada ao ar livre numa das praças mais bonitas da cidade, não foi menos interessante. As principais editoras estavam lá – mas lamentei que nem todas estavam aplicando descontos. A Editora 34 por exemplo, só dava desconto para professores. Já a Companhia Editora Nacional dava 30% para qualquer visitante. Com isso, o clássico livro de culinária da Dona Benta estava saindo por R$89,00. E a Taschen, que sou apaixonada, também estava com excelentes promoções, chegando em alguns livros a até 40% de desconto.

Mas há vários outros motivos para visitar a Bienal. Quem quiser agradar os sobrinhos e afilhados – falo em sobrinhos pois acredito que a maioria aqui ainda não tem filhos – será uma ótima oportunidade. Há vários estandes voltados apenas para os pequenos e na Editora Panini tem até uma estátua do Homem de Ferro (esse é bom não só para as crianças, pois meu marido quase tirou uma foto com ele!). Achei muito interessante o estande sobre “Educação Fiscal e Responsabilidade Social”, ensinando sobre ética e cidadania para as crianças. E surpreendam-se: estava lotado e com fila de espera.

Também tem muitas e muitas palestras acontecendo durante o dia todo. A programação está no site da Bienal. Eu fui especialmente para o Cozinhando com Palavras, um espaço onde se fala de literatura enquanto um chef prepara receitas inspiradas no tema. Só que eu escolhi um workshop não de comidas, mas sim de bebidas! No caso o “Encontro com Grandes Escritores Americanos no Bar”. Três barmans ensinaram a preparar os drinques preferidos de oito escritores americanos, conhecidos não só pela literatura mas também por suas bebedeiras e frases que não levaram o Pulitzer nem o Nobel, como essa de F. Scott Fitzgerald que disse:  “Primeiro você toma um drinque, então o drinque toma um drinque e depois o drinque toma você”.  Uma verdade muito profunda. :)

Os drinques ensinados foram Boilermaker, Gim Rickey, Margarita, Mojito, Negroni, Gibson, Between the Sheets e Screwdriver. Todos os drinks ensinados estão no livro “Guia de Drinques dos Grandes Escritores Americanos”, de Edward Hemingway e Mark Bailey, publicado pela Editora Zahar. É um bom livro para usar nas noites em que você vai receber os amigos, pois além da receita dos drinques, cada bebida acaba ganhando uma história interessante para contar. Eu já fiquei imaginando uma noite “sarau-drink-experience: testar vários drinques com os amigos enquanto realizamos a leitura do livro.

Escolhi reproduzir para vocês o Between the Sheets, que foi o único drinque de uma autora mulher, a poeta e dramaturga Edna St. Vincent Millay.

Between the Sheets
20ml de conhaque
20ml de rum
30ml de cointreau
15ml de suco de limão siciliano
Coloque todos os ingredientes nuam coqueteleira com gelo, bata bem e coe para um copo de coquetel gelado. That’s it.

Além das receitas dos drinques, aprendi também que existem basicamente três modos de montagem de drinques (e isso não está no livro, foi um dos barmans que deu a dica): montado, batido e mexido. Não existe uma regra fixa, mas sim recomendações para cada drinque. Você pode fazer um mesmo drinque nas três versões de preparo e o resultado será diferente – e por isso mesmo é interessante testar todos e descobrir qual o seu preferido para cada bebida. Abaixo a descrição simplificada de cada tipo de montagem:

Montado: É preparado no mesmo copo onde o drinque será bebido e as bebidas são sobrepostas. O mix dos ingredientes se dá enquanto o cliente vai bebendo.
Batido: É preparado na coqueteleira. A bebida é misturada com o gelo e literalmente, batido.
Mexido: É feito num copo à parte com gelo. Após colocar a bebida deve-se mexer rapidamente e por pouco tempo e depois transferir para outro copo resfriado, porém sem o gelo. A idéia é só dar o “choque térmico”.

Então é isso, meninas. Espero que tenham gostado das dicas.

A 21ª Bienal do livro vai até esse domingo, dia 22 de Agosto. Maiores informações no site.