Mais uma noivinha de Brasília que me manda fotos lindas. A Simone me enviou um e-mail com uma frase que me marcou: “Esse casamento não foi apenas uma celebração social. Foi algo que aconteceu após 10 anos e uma longa história de muito amor!”
O casamento foi na Igreja Perpétuo Socorro e a festa no Parthenon, para 300 convidados. O vestido tem uma história engraçada contada pela Simone: “Ele foi alugado na Maria Virgínia, e eu o vi pela primeira vez numa modelo que o desfilou no Fest Noivas de maio de 2009. Eu estava com minha mãe e o Marcelo e quando vi esse vestido, babei na hora. Enquanto minha mãe exclamava “maravilhoso” eu virei para ver o que o noivo achava…. e então vi que ele estava dormindo! No maior sono pesado! Levei na brincadeira e achei graça. E no final das contas foi ótimo, porque assim ele não viu meu vestido antes da hora!”








Fotos: Estúdio Marcos Araújo
Recebi o e-mail da Vivian, que não terá o pai presente fisicamente no casamento. A dúvida dela é se entra sozinha, se entra com a mãe ou se entra sozinha e perto do altar a mãe se encontra com ela, para a entregar ao noivo. Essa é uma dúvida que somente a própria noiva pode resolver, o coração tem que mandar. Não tem certo ou errado para o cortejo nessas situações, qualquer uma das três opções descritas acima será lindo.
A Jessica Manes, de Brasília, contou que é filha única de mãe solteira e que não entraria com ninguém que não fosse sua mãe. O detalhe é que o vestido da mãe da Jessica foi feito em cores harmonizando com o bouquet escolhido pela noiva! E não é que ficou bonito?!


Vocês sabiam que Brasília é a 4ª cidade que mais acessa o blog? :-) E se eu fosse uma noiva de Brasília, iria fazer como a Jessica, que se casou na Catedral de Brasília, obra belíssima de Oscar Niemeyer, e aproveitou a arquitetura do local para as fotos de recém-casada!


PS: Gente, pelo amor de Deus, não vão sair mandando a mãe fazer o vestido da cor do seu bouquet, não existe essa regra! Só quis mostrar que nesse caso ficou bonito.