Que coisa mais linda essa daminha/ florista de fadinha!!

Foto:Shelby Leigh
E olha a alegria e orgulho estampada na cara? Lindo de viver, não?
Feliz final de semana!!
Diga, essa não é a daminha e o pajen mais estilosos que você já viu?



Eu simplesmente amei.
Foto: Stephanie Williams
Eu não quis daminhas de honra no meu casamento. Não combina comigo, não tem nenhuma criança especial na minha vida ultimamente. Queria dar a honra à duas amigas minhas, convidando-as para serem minhas damas.
Nos EUA isso é muito popular, são as bridesmaid. Convidei então duas super amigas há 15 anos para serem minhas damas. Elas são amigas entre si também e nos conhecemos nos EUA quando fizemos intercâmbio, então tinha tudo a ver, tinha um significado especial ter as duas nessa função no meu casamento.
No fim, uma das damas, a Dany, não pode ir ao casamento por motivos pessoais. Chorei por semanas. Pensei daí de deixar a Ana como madrinha mesmo. Mas ela não aceitou, disse que estava há 30 anos esperando pra ser dama de honra e não abriria mão (risos!). A Ana veio de Porto Alegre só pra ser minha dama, foi participativa e amou! Para ser dama junto com a Ana, convidei minha irmã Renata.
A tradição de convidar as melhores amigas para serem as damas de honra vem da Idade Média. Naquela época, as amigas se vestiam de forma parecida a noiva, e entravam antes da noiva, para assim confundirem os espíritos do mal e inveja. Elas eram uma proteção de que nenhuma energia negativa chegaria na noiva.
Entrada das damas
Minhas damas não se vestiram de forma igualzinha. Combinamos que as cores seriam cobre e dourado, e que nenhuma madrinha poderia usar essas cores. E pronto. O buquê delas e arranjo de cabelo foram iguais. Elas entraram com a música “Here comes the sun”.

Detalhe do buquê, feito pela expert Bia Sandoval.
Estavam lindas e me ajudaram muito nos preparativos e expectativas do casamento! Eu adorei ter damas de honra adultas e queridas.
Fotos: Fabio Laub